quinta-feira, 19 de março de 2020

Lc 11,14-23 - Não basta admirar. É preciso fé!


Passo a passo, a caminho com Jesus,
Estamos na quinta-feira da 3ª semana da quaresma 
quando, hoje,  contemplamos a maior verdade:
 nossa opção por Jesus, a seu favor.
Vamos fazer esta descoberta passo a passo com Jesus,
em Lc 11,14-23.
Vamos nos preparando, nos reunindo em uma grande ciranda (nomes: Estão chegando para rezar conosco: o Wesley, o Sebastião,Elga, de Águas Claras; a Maria Eleusa de Vicente Pires,  a Clara do Lago Sul, a Luiza do P Sul, a Renata e a Rosineide da Asa Norte, e você que pode me enviar seu nome e entrará em nossa ciranda:whatsApp (61)9311-8826)
E vamos rezando juntos:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Espírito Santo
que procede do Pai e do Filho, tu estás em mim, falas em mim,
rezas em mim, ages em mim.
Ensina-me a fazer espaço à tua palavra, à tua oração,
à tua ação em mim para que eu possa conhecer
o mistério da vontade do Pai. Amém.

Pedimos a graça de fazer uma experiência mais profunda da vida do Espírito para poder perceber as pulsações desta vida eterna no nosso próprio interior.
Agora, respirando suavemente, olhamos
através da imaginação,para dentro do nosso coração.
E vamos repetindo a oração:
“Senhor Jesus, tem piedade de nós".

E  Ele, o Senhor da nossa vida, nos diz

MÚSICA 1 - Põe teu coração no meu - Pe. Zezinho,scj
3’34”

1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto: Lc 11,14-23 , e observamos pessoas, o que pensam e o que esperam de Jesus.
Jesus estava expulsando de certo homem um demônio que não o deixava falar. Quando o demônio saiu, o homem começou a falar. A multidão ficou admirada, mas alguns disseram:
- É Belzebu, o chefe dos demônios, que dá poder a este homem para expulsar demônios.
Outros, querendo conseguir alguma prova contra Jesus, pediam que ele fizesse um milagre para mostrar que o seu poder vinha de Deus. Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse:
- O país que se divide em grupos que lutam entre si certamente será destruído; a família que se divide em grupos que lutam entre si também será destruída. Se o reino de Satanás tem grupos que lutam entre si, como continuará a existir? Vocês dizem que é Belzebu que me dá poder para expulsar demônios. Mas, se é assim, quem dá aos seguidores de vocês o poder para expulsar demônios? Assim, os seus próprios seguidores provam que vocês estão completamente enganados. Na verdade é pelo poder de Deus que eu expulso demônios, e isso prova que o Reino de Deus já chegou até vocês.
- Quando um homem forte e bem armado guarda a sua própria casa, tudo o que ele tem está seguro. Mas, quando um homem mais forte o ataca e vence, leva todas as armas em que o outro confiava e reparte tudo o que tomou dele.
- Quem não é a meu favor é contra mim; e quem não me ajuda a ajuntar está espalhando.


Refletindo
Um exorcismo e a expulsão de um demônio que era mudo causou admiração na multidão. A admiração era frequente diante dos milagres, mas não significava ainda, atitude de fé. Alguns até atribuem o exorcismo a um pacto com Belzebu! São os que têm reservas fundamentadas em dois aspectos: a dificuldade em compreender a origem e o poder de Jesus e a necessidade do sinal. Conhecendo seus pensamentos, Jesus fala da destruição da família e do país dividido. Diz ainda que quem não é a seu favor é contra ele e quem não o ajuda a reunir, ajuntar, está espalhando. Da pregação de Jesus, entendemos também que uniremos quando nos amamos e dividiremos quando nos apegamos a nós mesmos e não nos preocupamos com o próximo

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Promovemos a comunhão na nossa família, no  trabalho, na Igreja?

Meditando com a Igreja

Os bispos, em Aparecida, na V Conferência, falaram da comunhão entre os cristãos: “A vocação ao discipulado missionário é con-vocação à comunhão em sua Igreja. Não há discipulado sem comunhão. Diante da tentação, muito presente na cultura atual de ser cristãos sem Igreja e das novas buscas espirituais individualistas, afirmamos que a fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial e ela “nos dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão”. Isto significa que uma dimensão constitutiva do acontecimento cristão é o fato de pertencer a uma comunidade concreta na qual podemos viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa.” (DAp 156).
Temos a tentação de contradizer, dividir, criticar, colocar obstáculos? Qual é a nossa comunidade concreta? Como vivemos nesta comunidade?

3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos,com o Papa Francisco a

ORAÇÃO à MÃE DO DIVINO AMOR (Papa Francisco)


Ó Maria, tu sempre brilhas em nosso caminho 
como sinal de salvação e de esperança.
Nós nos entregamos a ti, saúde dos enfermos
que na cruz foi associada à dor de Jesus,
mantendo firme a sua fé.
Tu, salvação do povo romano, sabes do que precisamos
e temos certeza de que garantirás, como em Caná da Galileia
que a alegria e a festa possam retornar, após este momento
de provação.
Ajuda-nos, Mãe do Divino Amor, a nos conformamos com a 
vontade do Pai, a fazer o que Jesus nos disser,
Ele que tomou sobre si nossos sofrimentos e tomou sobre si nossas 

dores, para nos levar através da cruz a alegria da ressurreição. Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Nosso novo olhar é de comunhão, de promoção da união de todos por onde passo. Para isso recebamos a 


BÊNÇÃO DO CARDEAL SÉRGIO DA ROCHA (com BG):

Senhor, nosso Deus, concedei-nos nesta quaresma a graça da conversão e da reconciliação por meio da oração, da penitencia e da caridade. Dai-nos a graça de aprender convosco a  ser livres para amar, acolhendo a vida como dom e compromisso, valorizando e defendendo a vida, especialmente onde ela se encontra mais fragilizada e sofrida. Isto vos pedimos, em nome do Pai, e do Filho e do Espirito Santo. Amém.

Música 4: Hino ao amor - Pe. Zezinho, scj 2’58” Continue na companhia do cardeal Sérgio da Rocha, arcebispo de Brasília,  que reza conosco a saudação do Anjo,  o Angelus