segunda-feira, 22 de junho de 2009

Mt 7,1-5 - Não julgar

Décima Segunda Semana do Tempo Comum
Preparo-me para a Leitura Orante, pedindo luzes ao Espírito:
Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho.
Espírito Santo, cria em mim um coração novo,
capaz de amar todas as pessoas.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.


1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Mt 7,1-5, e observo as palavras de Jesus:

- Não julguem os outros para vocês não serem julgados por Deus. Porque Deus julgará vocês do mesmo modo que vocês julgarem os outros e usará com vocês a mesma medida que vocês usarem para medir os outros. Por que é que você vê o cisco que está no olho do seu irmão e não repara na trave de madeira que está no seu próprio olho? Como é que você pode dizer ao seu irmão: "Me deixe tirar esse cisco do seu olho", quando você está com uma trave no seu próprio olho? Hipócrita! Tire primeiro a trave que está no seu olho e então poderá ver bem para tirar o cisco que está no olho do seu irmão.
A Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997),
fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade, diz
"Para cada doença, existem muitos medicamentos e tratamentos. Mas enquanto não se oferecer uma mão doce pronta a servir e um coração generoso pronto a amar, não acredito que possam jamais curar esta doença terrível que é a falta de amor.
Ninguém de entre nós tem o direito de condenar seja quem for. E isso, mesmo que vejamos pessoas naufragar, sem compreender porquê. Não nos convida Jesus a não julgarmos? Talvez tenhamos contribuído em tornar essas pessoas tal como são. Devemos compreender que são nossos irmãos e irmãs. Este leproso, este bêbado, este doente, é nosso irmão porque também foi criado por um grande amor. Não devemos esquecê-lo nunca. O próprio Jesus Cristo se identificou com eles: " o que fizestes a um destes meus irmãos mais pequeninos, a mim mesmo o fizeste" (Mt 25,40). E pode ser que essas pessoas se reencontrem na rua, desprovidas de todo o amor e de todo o cuidado, porque nós lhes recusamos a nossa solicitude, a nossa afeição. Sejam doces, infinitamente doces, na atenção para com o pobre que sofre. Compreendemos muito pouco daquilo que ele atravessa. O mais difícil é não ser aceito."

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje?
Sou uma pessoa que julga as outras?

Condeno facilmente uma atitude, sem compreender o porquê dela?

Como acolho os pobres, os que sofrem?

Rejeito alguém? Por quê?

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo com a Oração do Bem-aventurado Alberione:
Jesus, Mestre:
que eu pense com a tua inteligência, com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu coração.
Que eu veja com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça com os teus ouvidos.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés estejam sobre as tuas pegadas.
Que eu reze com as tuas orações.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim;
Amém.

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar será um olhar de misericórdia,

jamais de julgamento ou censura.

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