“Graças à fé, aprendemos que a mesa de Deus está preparada para todos e que a ninguém estão reservadas só as migalhas porque cada um, junto do Pai, tem o seu lugar. À luz desta fé, as desigualdades, as discriminações e as barreiras que pisam a dignidade de tantos filhos e filhas de Deus tornam-se insuportáveis.”
(Papa Leão XIV, 16/08/2026)
Iniciamos a Leitura Orante, rezando:
Senhor, nós te agradecemos por este dia.
Abrimos nossas portas e janelas para que tu possas
Entrar com tua luz.
Queremos que tu Senhor, definas os contornos de
Nossos caminhos,
As cores de nossas palavras e gestos,
A dimensão de nossos projetos,
O calor de nossos relacionamentos e o
Rumo de nossa vida.
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o Mt 22,34-40 e observamos a síntese que Jesus faz dos mandamentos.
Fazei-me conhecer vossa estrada, /
vossa verdade me oriente e me conduza! (24,4s)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus –
Naquele tempo, os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: “Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento!’ Esse é o maior e o primeiro mandamento. O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.
Refletindo
O mestre da Lei quer por Jesus à prova.
O mestre da Lei quer por Jesus à prova.
Pergunta-lhe qual é o mandamento mais importante. Jesus diz que os dois são igualmente importantes e inseparáveis: quem ama a Deus deve amar o filho de Deus, ou seja, o próximo. Tudo o mais é consequência. E diz mais: o amor ao próximo deve ser igual ao amor a si mesmo.
2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Como vivemos estes dois mandamentos? Comecemos pelo segundo mandamento. Amamos as outras pessoas como a nós mesmos? Como nos amamos?
Meditando
O papa Bento XVI publicou em 2006 a sua primeira encíclica intitulada “Deus caritas est”, Deus é amor. No parágrafo 16, diz que há um “nexo indivisível entre o amor a Deus e o amor ao próximo: um exige tão estreitamente o outro que a afirmação do amor a Deus se torna uma mentira, se o homem se fechar ao próximo ou, inclusive, o odiar.” O papa diz mais: “Só a minha disponibilidade para ir ao encontro do próximo e demonstrar-lhe amor é que me torna sensível também diante de Deus. Só o serviço ao próximo é que abre os meus olhos para aquilo que Deus faz por mim e para o modo como Ele me ama. Os Santos — pensemos, por exemplo, na Beata Teresa de Calcutá — hauriram a sua capacidade de amar o próximo, de modo sempre renovado, do seu encontro com o Senhor eucarístico e, vice-versa, este encontro ganhou o seu realismo e profundidade precisamente no serviço deles aos outros. Amor a Deus e amor ao próximo são inseparáveis, constituem um único mandamento” (Deus caritas est, 18).É assim que amamos nosso irmão? É assim que amamos a Deus?
Meditando
O papa Bento XVI publicou em 2006 a sua primeira encíclica intitulada “Deus caritas est”, Deus é amor. No parágrafo 16, diz que há um “nexo indivisível entre o amor a Deus e o amor ao próximo: um exige tão estreitamente o outro que a afirmação do amor a Deus se torna uma mentira, se o homem se fechar ao próximo ou, inclusive, o odiar.” O papa diz mais: “Só a minha disponibilidade para ir ao encontro do próximo e demonstrar-lhe amor é que me torna sensível também diante de Deus. Só o serviço ao próximo é que abre os meus olhos para aquilo que Deus faz por mim e para o modo como Ele me ama. Os Santos — pensemos, por exemplo, na Beata Teresa de Calcutá — hauriram a sua capacidade de amar o próximo, de modo sempre renovado, do seu encontro com o Senhor eucarístico e, vice-versa, este encontro ganhou o seu realismo e profundidade precisamente no serviço deles aos outros. Amor a Deus e amor ao próximo são inseparáveis, constituem um único mandamento” (Deus caritas est, 18).É assim que amamos nosso irmão? É assim que amamos a Deus?
3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente, e juntos:
Oração da Campanha Missionária 2026
Pai santo, concedei-nos ser um em Cristo,
enraizados no seu amor que une e renova.
Fazei que todos os membros da Igreja
sejam unidos na missão,
dóceis ao Espírito Santo,
corajosos no testemunho do Evangelho,
anunciando e encarnando todos os dias
o vosso amor fiel por cada criatura.
Abençoai os missionários e as missionárias,
sustentai-os no seu esforço,
guardai-os na esperança!
Maria, Rainha das missões,
acompanhai a nossa obra evangelizadora
em todos os cantos da terra:
tornai-nos instrumentos de paz
e fazei que o mundo inteiro reconheça
em Cristo a luz que salva. Amém.
(Papa Leão XIV)
Canção para ouvir e rezar:
Cantores de Deus
Atravessar fronteiras, poder romper barreiras
Sem me importar com frio e fome
Para ser sua voz essa é minha missão
Pregar a paz aos povos, prestar socorro aos corações
Pela palavra ou em forma de canção
Apesar das lutas que enfrentarei eis-me aqui, envia-me!
Usa-me, conduz as minhas mãos.
Usa-me e guia os meus pés
E coloca em meus lábios a tua Verdade
Usa-me, conduz as minhas mãos.
Usa-me e guia os meus pés
Pra levar a esperança além de onde a voz alcança, envia-me!
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Nosso novo olhar é de renovada relação de amor com Deus e o próximo.
Bênção
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai, Filho e Espírito Santo, Amém.
Ir. Patricia Silva, fsp
Ir. Patricia Silva, fsp







