quinta-feira, 17 de agosto de 2023

Mt 18,21-19,1 - Perdoar sempre

Preparamo-nos para a Leitura Orante, rezando o Salmo 24

Mostrai-me, Senhor, vossos caminhos,
e fazei-me conhecer a vossa estrada!
Vossa verdade me oriente e me conduza,
porque sois o Deus da minha salvação.
Recordai, Senhor Deus,
vossa ternura e vossa compaixão que são eternas.
De mim lembrai-vos, porque
sois misericórdia e sois bondade sem limites, ó Senhor!

1. Leitura (Verdade)
- O que a Palavra diz?
Lemos com calma e atentamente:  Mt 18,21-19,1.

Então Pedro chegou perto de Jesus e perguntou:
- Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes?
- Não! - respondeu Jesus.
Você não deve perdoar sete vezes, mas setenta e sete vezes.  Porque o Reino do Céu é como um rei que resolveu fazer um acerto de contas com os seus empregados. Logo no começo trouxeram um que lhe devia milhões de moedas de prata. Mas o empregado não tinha dinheiro para pagar. Então, para pagar a dívida, o seu patrão, o rei, ordenou que fossem vendidos como escravos o empregado, a sua esposa e os seus filhos e que fosse vendido também tudo o que ele possuía. Mas o empregado se ajoelhou diante do patrão e pediu: "Tenha paciência comigo, e eu pagarei tudo ao senhor."
- O patrão teve pena dele, perdoou a dívida e deixou que ele fosse embora. O empregado saiu e encontrou um dos seus companheiros de trabalho que lhe devia cem moedas de prata. Ele pegou esse companheiro pelo pescoço e começou a sacudi-lo, dizendo: "Pague o que me deve!"
- Então o seu companheiro se ajoelhou e pediu: "Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei tudo."
- Mas ele não concordou. Pelo contrário, mandou pôr o outro na cadeia até que pagasse a dívida. Quando os outros empregados viram o que havia acontecido, ficaram revoltados e foram contar tudo ao patrão. Aí o patrão chamou aquele empregado e disse: "Empregado miserável! Você me pediu, e por isso eu perdoei tudo o que você me devia. Portanto, você deveria ter pena do seu companheiro, como eu tive pena de você."
- O patrão ficou com muita raiva e mandou o empregado para a cadeia a fim de ser castigado até que pagasse toda a dívida.
E Jesus terminou, dizendo:
- É isso o que o meu Pai, que está no céu, vai fazer com vocês se cada um não perdoar sinceramente o seu irmão.
Depois de dizer isso, Jesus saiu da Galileia e foi para a região da Judeia que fica no lado leste do rio Jordão.

Refletindo
O perdão só é possível a quem ama. Perdoar só é possível quando há um verdadeiro encontro com Deus. Deus ama a cada pessoa com seu amor infinito. Ama, com capacidade de perdoar, quem se sente amado por Deus. À pergunta de Pedro: "Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes? " Jesus disse que não só sete vezes, mas setenta vezes sete. Ou seja, na comunidade dos seguidores de Jesus não existe limite para o perdão. "Setenta vezes sete" quer dizer, sempre! A história que Jesus conta em seguida é para lembrar que também nós precisamos de perdão, também nós somos perdoados, por isso, devemos perdoar sempre.

2. Meditação (Caminho)
  - O que a Palavra diz para nós?
O Evangelho de hoje nos questiona profundamente, sobretudo se temos dificuldade de perdoar. Devemos nos lembrar de que o perdão mede a nossa capacidade de amar.

Meditando
São Paulo fala sobre o amor cristão, em 1Cor 13, 4-7.Diz  ele:
"Quem ama é paciente e bondoso.
Quem ama não é ciumento, nem orgulhoso, nem vaidoso.
Quem ama não é grosseiro nem egoísta;
Não fica irritado, nem guarda mágoas.
Quem ama não fica alegre quando alguém faz uma coisa errada, mas se alegra quando alguém faz o que é certo. Que ama nunca desiste, porém suporta tudo com fé, esperança e paciência. "
E os bispos dizem:
"O sacramento da reconciliação é o lugar onde o pecador experimenta de maneira singular o encontro com Jesus Cristo, que se compadece de nós e nos dá o dom de seu perdão misericordioso, faz-nos sentir que o amor é mais forte que o pecado cometido, nos liberta de tudo o que nos impede de permanecer em seu amor, e nos devolve a alegria e o entusiasmo de anunciá-lo aos demais com o coração aberto e generoso."( DAp 254)

3. Oração (Vida)
Uma oração recomendada pela Igreja está no documento de Aparecida: Rezamos um Pai Nosso, pedindo a graça de buscar e acolher o sacramento da reconciliação. E rezamos o 
Salmo - 77
R. Das obras do Senhor não se esqueçam.

56 Mesmo assim, eles tentaram o Altíssimo, * 
recusando-se a guardar os seus preceitos. 
57 Como seus pais, se transviaram, e o traíram * 
como um arco enganador que volta atrás; R.

58 irritaram-no com seus lugares altos, * 
provocaram-lhe o ciúme com seus ídolos. 
59 Deus ouviu e enfureceu-se contra eles, * 
e repeliu com violência a Israel. R.

61 Entregou a sua arca ao cativeiro, * 
e às mãos do inimigo a sua glória; 
62 fez perecer seu povo eleito pela espada, * 

e contra a sua herança enfureceu-se. R.

4. Contemplação (Vida/ Missão)
 - Qual o nosso novo olhar a partir da Palavra?
Queremos hoje e todos os dias de nossa vida  ter um olhar de amor que tudo perdoa, tudo desculpa, tudo crê!

Bênção
Jesus Divino Mestre seja para ti
a verdade que ilumina,
o caminho da santidade,
a vida plena e eterna.
Que ele te guarde e defenda.
Plenifique de todos os bens
a ti e a todos que amas.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
(Bem-aventurado Tiago Alberione, fundador da Família Paulina)

Ir. Patrícia Silva, fsp


sexta-feira, 11 de agosto de 2023

Igreja em saída, levando amor e fraternidade

                             freepik.com

O trabalho da Igreja "não pode se limitar a discursos ou ações isoladas, mas deve ser um testemunho constante de solidariedade e apoio a quem se encontra em situação de vulnerabilidade laboral e social", diz o Papa à Irmandade operária católica (...). Nosso trabalho como cristãos nos encoraja a ir ao encontro daqueles que mais precisam de nosso amor e fraternidade."

«Construindo pontes, derrubando muros. Igreja no mundo do trabalho tecendo laços de fraternidade» é o tema da XIV Assembleia Geral da Irmandade Operária da Ação Católica (HOAC, sigla em espanhol), movimento dos trabalhadores cristãos da Ação Católica espanhola, que de 12 a 15 de agosto reúne em Segóvia 700 de seus membros. O objetivo é dialogar e tomar decisões sobre os desafios, prioridades e propostas do movimento para os próximos seis anos, a partir de um olhar cristão sobre a realidade, da experiência do compromisso dos seus membros e dos desafios que tem como Igreja, em um mundo com enormes fraturas sociais, desigualdades e injustiças que afetam particularmente o mundo dos trabalhadores e do trabalho, onde continua a ser essencial ser testemunha e impulsionador do projeto de humanização proposto por Jesus Cristo.

Participar da construção de um mundo mais justo e fraterno

O Papa em sua mensagem destaca a dignidade do trabalho, expressando no início da mensagem seu "profundo apreço" pela "valiosa dedicação e compromisso" deste movimento "de continuar sendo uma Igreja que caminha no mundo do trabalho".

E fazendo alusão ao que escreveu na Evangelii gaudium, recorda que o trabalho é "componente essencial da vida e da dignidade das pessoas. Não é simplesmente uma atividade produtiva, mas um meio através do qual colaboramos com Deus na obra da criação e nos realizamos como seres humanos, "porque, no trabalho livre, criativo, participativo e solidário, o ser humano exprime e engrandece a dignidade da sua vida." 

O trabalho, em todas as suas formas - reiterou - nos permite ser cocriadores e participar da construção de um mundo mais justo e fraterno. 

Proximidade aos que sofrem com falta de oportunidades

O Santo Padre enfatizou ainda "a necessidade de ser uma Igreja que acompanha desde as periferias do mundo do trabalho", cujo compromisso "não pode se limitar a discursos ou ações isoladas, mas deve ser um testemunho constante de solidariedade e apoio a quem se encontra em situação de vulnerabilidade laboral e social.

"Ser uma Igreja que acompanha desde as periferias - precisou - significa estar perto daqueles que sofrem com a precariedade do trabalho e a falta de oportunidades":

Igreja em saída, levando amor e fraternidade

Devemos ser uma presença ativa, caminhando com eles, ouvindo-os e colaborando na busca de soluções justas e duradouras. Nosso trabalho como cristãos não se limita às paredes de nossas igrejas, mas nos encoraja a ir ao encontro daqueles que mais precisam de nosso amor e fraternidade.

É essencial - reiterou o Papa - que estejamos ao lado dos trabalhadores que enfrentam desesperança e exclusão devido à falta de trabalho:

Num mundo onde o desemprego continua a afetar muitas famílias, a nossa função como Igreja é oferecer-lhes o nosso acompanhamento e a nossa esperança, encorajando-as a não perder a confiança e a procurar oportunidades de reinserção no mundo do trabalho.

A Igreja precisa de vocês

Francisco encorajou os participantes do encontro a "continuar tecendo laços de fraternidade, levando a luz do Evangelho e construindo uma sociedade mais justa, exortando-os "a continuar a ser povo de Deus no meio da vida laboral e a tecer histórias de encarnação e de abraço... A Igreja precisa de vocês."

Que o Espírito Santo - disse ao concluir - vos guie no vosso trabalho e vos fortaleça no vosso empenho quotidiano. "Continuemos para diante, empenhemo-nos totalmente, mas deixemos que seja Ele a tornar fecundos, como melhor Lhe parecer, os nossos esforços." (EG 279).

FONTE: Vaticannews

terça-feira, 8 de agosto de 2023

Mt 14,22-36 - Deus nos socorre em nossa fraqueza

LEITURA ORANTE


Preparando-nos para a Leitura Orante, rezamos:

Espírito de verdade,
a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre
e compreenda o seu Evangelho.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos. atentamente, o texto: Mt 14,22-36 , e observamos pessoas, palavras, relações, lugares.

Logo depois, Jesus ordenou aos discípulos que subissem no barco e fossem na frente para o lado oeste do lago, enquanto ele mandava o povo embora. Depois de mandar o povo embora, Jesus subiu um monte a fim de orar sozinho. Quando chegou a noite, ele estava ali, sozinho. Naquele momento o barco já estava no meio do lago. E as ondas batiam com força no barco porque o vento soprava contra ele. Já de madrugada, entre as três e as seis horas, Jesus foi até lá, andando por cima da água. Quando os discípulos viram Jesus andando em cima da água, ficaram apavorados e exclamaram:
- É um fantasma!
E gritaram de medo. Nesse instante Jesus disse:
- Coragem! Sou eu! Não tenham medo!
Então Pedro disse:
- Se é o senhor mesmo, mande que eu vá andando em cima da água até onde o senhor está.
- Venha! - respondeu Jesus.
Pedro saiu do barco e começou a andar em cima da água, em direção a Jesus. Porém, quando sentiu a força do vento, ficou com medo e começou a afundar. Então gritou:
- Socorro, Senhor!
Imediatamente Jesus estendeu a mão, segurou Pedro e disse:
- Como é pequena a sua fé! Por que você duvidou?
Então os dois subiram no barco, e o vento se acalmou. E os discípulos adoraram Jesus, dizendo:
- De fato, o senhor é o Filho de Deus!
Jesus e os discípulos atravessaram o lago e chegaram à região de Genesaré. Ali o povo reconheceu Jesus e avisou todos os doentes das regiões vizinhas. Então muitas pessoas levaram doentes a ele, pedindo que deixasse que os doentes pelo menos tocassem na barra da sua roupa. E todos os que tocavam nela ficavam curados.

Refletindo
Enquanto Jesus reza, sozinho, no monte, os discípulos navegam no lago. Jesus tinha ordenado aos discípulos que subissem no barco e fossem à  frente, para o lado oeste do lago. Para quê? Certamente para testemunhar a outros povos que a nova sociedade se constrói pela partilha, como tinham visto na partilha dos pães e dos peixes. Mas isto não foi fácil. O mar estava agitado. As ondas batiam com força contra o barco. O que significava isto? Significava a resistência dos discípulos e nossa para compreender o projeto de Deus para todos. De madrugada Jesus vai ao encontro deles, caminhando sobre as ondas. Os discípulos, já amedrontados, pensam que é um fantasma. Não reconhecem o Mestre. Ele os acalma dizendo-lhes: “Coragem! Sou eu! Não tenham medo!” E Pedro lança um desafio, como um teste: “Se é o Senhor mesmo, mande que eu vá andando em cima da água até onde o Senhor está”. E Jesus aceita: “Venha!” Um desafio ousado, como se Pedro quisesse participar da divindade e do poder de Jesus. Exigia uma grande fé, entrega total, abandono total. Pedro não estava preparado. Sua fé balançou quando sentiu a força do vento, ficou com medo e começou a afundar. Jesus atende ao seu pedido de socorro e o salva.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Este texto nos convida a avaliar a nossa fé. Os ventos contrários do texto lido lembram as nossas tempestades. Dizemos que temos fé, que seguimos Jesus, que ele está conosco, mas nos momentos difíceis nos apavoramos como Pedro. Também nós duvidamos quando sentimos os “ventos contrários”. Isso porque ainda não confiamos plenamente em Deus e no seu Projeto de amor. É assim  para nós que também, às vezes duvidamos, dizem os bispos da América Latina:

 " Nestes momentos, com incertezas no coração, perguntamo-nos com Tomé: “Como vamos saber o caminho?” (Jo 14,5). Jesus nos responde com uma proposta provocadora: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14,6). Ele é o verdadeiro caminho para o Pai., quem tanto amou ao mundo que deu a seu Filho único, para que todo aquele que nele creia tenha a vida eterna (cf. Jo 3,16). Esta é a vida eterna: “que te conheçam a ti o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo teu enviado” (Jo 17,3). A fé em Jesus como o Filho do Pai é a porta de entrada para a Vida. Como discípulos de Jesus, confessamos nossa fé com as palavras de Pedro: “Tuas palavras dão vida eterna” (Jo 6,68); “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16)." (DAp 101).

3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluímos com a canção do padre Zezinho,scj, 

É quando a minha fé balança
E aquilo que eu achava certo eu ja não acho mais
É quando o coração se cansa
E perde o pique da esperança que conduz a paz
É quando crêr em Deus fica difícil demais
E o mundo nos crucifica porque temos fé
Nessas horas eu digo e direi
Digo e direi:
Sei em quem acreditei
Nessas horas eu digo e direi
Digo e direi:
Sei em quem acreditei
É quando o coração vacila ai, ai
E aquilo que eu queria tanto eu já não quero mais
É quando o sentimento oscila ai, ai
E como por um desencanto já não crê na paz
É quando fazer o bem fica difícil demais
E a gente até se arrepende do bem que já fez
Nessas horas eu digo e direi
Digo e direi:
Sei em quem acreditei
Nessas horas eu digo e direi
Digo e direi:
Sei em quem acreditei

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Em casa, na rua, no trabalho, onde estiver, em alguma situação ameaçadora ou difícil, vamos aumentar nossa confiança no Senhor, na certeza de que ele nos ajudará. Repetiremos com santa Tereza D’Ávila:
Nada te perturbe,
nada te amedronte
tudo passa
a paciência tudo alcança...
a quem tem Deus
nada falta, só Deus basta.
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patricia Silva, fsp


quarta-feira, 2 de agosto de 2023

Mt 13,44-46 - O Reino do céu é tesouro escondido e pérola fina

Leitura Orante


Iniciamos rezando:
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Trindade Santíssima
- Pai, Filho, Espírito Santo -
presente e agindo na Igreja e na profundidade do meu ser.
Eu vos adoro, amo e agradeço.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto Mt 13,44-46, e observamos as recomendações de Jesus.
- O Reino do Céu é como um tesouro escondido num campo, que certo homem acha e esconde de novo. Fica tão feliz, que vende tudo o que tem, e depois volta, e compra o campo.
- O Reino do Céu é também como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola que é mesmo de grande valor, ele vai, vende tudo o que tem e compra a pérola.

Jesus diz que o Reino vale muito. Vale tudo o que se tem. É como um tesouro escondido pelo qual vale sacrificar tudo. Ou como um comerciante que encontra uma pérola fina, preciosa. Da mesma forma, vende tudo o que tem e compra esta pérola. Nos dois casos, cabe ao homem, à pessoa, descobrir o tesouro, a joia e decidir por ela, a ponto de renunciar a tudo mais que tem. É uma escolha e uma decisão. Supõe renúncia ao transitório e que não merece ser supervalorizado. Uma renúncia por preferir o melhor. A pessoa, então, dá tudo pelo tudo.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para mim, hoje? Quais são minhas preferências e opções?
O maior tesouro, a pérola preciosa é participar do Reino, ou seja da família de Jesus, como os discípulos.

O texto me faz recordar o que disseram os bispos em Aparecida: 
"Jesus faz dos discípulos seus familiares, porque compartilha com eles a mesma vida que procede do Pai e lhes pede, como discípulos, uma união íntima com Ele, obediência à Palavra do Pai, para produzir frutos de amor em abundância. Dessa forma o testemunho de São João no prólogo de seu Evangelho:”A todos aqueles que crêem em seu nome, deu-lhes a capacidade para serem filhos de Deus”, e são filhos de Deus que “não nascem por via de geração humana, nem porque o homem o deseje, mas sim nascem de Deus” (Jo 1,12-13)." (DAp 133).

3.Oração (Vida)
O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo, com os bispos da América Latina:

Louvamos a Deus pelo dom maravilhoso da vida
e por aqueles que a honram e a dignificam 
ao colocá-la a serviço dos demais;
pelo espírito alegre de nossos povos que amam a música,
a dança, a poesia, a arte,
o esporte e cultivam uma firme esperança 
em meio a problemas e lutas.
Louvamos a Deus porque, sendo nós pecadores,
Ele nos mostrou seu amor reconciliando-nos consigo 
pela morte de seu Filho na cruz.
Louvamos a Deus porque Ele continua
derramando seu amor em nós pelo Espírito Santo
e nos alimentando com a Eucaristia, pão da vida (cf. Jo 6,35).” (DAp 106).

4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é impregnado do espírito de renúncia 
para conquistar o tesouro do Reino.

Bênção Bíblica
O Senhor o abençoe e guarde!
O Senhor lhe mostre seu rosto brilhante e tenha piedade de você!
O Senhor lhe mostre seu rosto e lhe conceda a paz!' (Nm 6,24-27).

I. Patrícia Silva, fsp

sábado, 29 de julho de 2023

Jo 11,19-27 - Jesus é a Ressurreição e a Vida.



Preparamo-nos para a Leitura, renovando nossa fé, com todos os que
buscam a Palavra:
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Creio, meu Deus, que estou diante de ti.
Que me vês e escutas as minhas orações.
Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro.
Tu me deste tudo: eu te agradeço.
Foste tão ofendido por mim:
eu te peço perdão de todo o coração.
Tu és tão misericordioso: eu te peço todas as graças
que sabes serem necessárias para mim.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente, na Bíblia, o texto Jo 11,19-27, e observamos o diálogo de Jesus com Marta.
E muitas pessoas tinham vindo visitar Marta e Maria para as consolarem por causa da morte do irmão. Quando Marta soube que Jesus estava chegando, foi encontrar-se com ele. Porém Maria ficou sentada em casa. Então Marta disse a Jesus:
- Se o senhor estivesse aqui, o meu irmão não teria morrido! Mas eu sei que, mesmo assim, Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele.
- O seu irmão vai ressuscitar! - disse Jesus.
Marta respondeu:
- Eu sei que ele vai ressuscitar no último dia!
Então Jesus afirmou:
- Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá; e quem vive e crê em mim nunca morrerá. Você acredita nisso?
- Sim, senhor! - disse ela. - Eu creio que o senhor é o Messias, o Filho de Deus, que devia vir ao mundo.
Refletindo
Neste diálogo com Jesus sobre a morte de Lázaro, Marta afirma sua fé na ressurreição “no último dia”. Revela ainda que crê no poder da intercessão de Jesus, quando diz: “Deus lhe dará tudo o que o senhor pedir a ele”. Jesus lhe responde com um novo conceito de vida, ou seja, quem crê recebe uma vida superior: "quem vive e crê em mim nunca morrerá”. Jesus diz claro: “nunca morrerá”. E mais: quem crê, se morre nesta vida terrena, sua morte não é o fim, o caos: : “ainda que morra, viverá”. A fé na pessoa de Jesus Cristo garante a vida.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós, hoje?
Como vivemos a nossa fé?
Meditando
O texto nos faz recordar o que disseram os bispos em Aparecida: “A fé em Jesus como o Filho do Pai é a porta de entrada para a Vida. Como discípulos de Jesus, confessamos nossa fé com as palavras de Pedro: “Tuas palavras dão vida eterna” (Jo 6,68); “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo” (Mt 16,16).” (DAp 101).

3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?
Rezamos, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluímos, com a canção do padre Zezinho, scj, 
“Milagres acontecem

Quando a força de um amor
não basta pra fazer você sorrir
Quando a força de uma fé
não basta pra fazer você feliz
Quando a dor da solidão, doi tanto e tanto
que você já não consegue nem pensar
Procure a oração (4x)

Quando a força da canção
não basta pra fazer você cantar
Quando a força da emoção
não basta pra fazer você chorar
Quando a dor da solidão, doi tanto e tanto
que você já não consegue nem sonhar
Procure a oração (4x)

Quando a dor de uma paixão
Algum momento mais cruel
Algum amor que não deu certo
Ameaçar seu coração
Procure a oração (2x)

Milagres acontecem
Quando a gente reza e reza sem desanimar
E a paz é dos milagres,
o milagre mais bonito que se possa
desejar
Milhares de pessoas encontram a resposta no momento de oração
Milagres acontecem quando pomos de joelho o coração.
CD Sereno e forte, Pe. Zezinho, scj

 
4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Nosso novo olhar será renovado a cada instante pela fé em Jesus Cristo.

Bênção Bíblica
O Senhor o abençoe e guarde!
O Senhor lhe mostre seu rosto brilhante e tenha piedade de você!
O Senhor lhe mostre seu rosto e lhe conceda a paz!' (Nm 6,24-27).
Em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp


terça-feira, 4 de julho de 2023

Mt 8,23-27 - Qual é o tamanho de minha fé?

LEITURA ORANTE


Preparamo-nos para a Leitura Orante, 
renovando nossa fé, com todos os que neste espaço buscam a Palavra:

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Creio, meu Deus, que estou diante de ti.
Que me vês e escutas as minhas orações.
Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro.
Tu me deste tudo: eu te agradeço.
Foste tão ofendido por mim:
eu te peço perdão de todo o coração.
Tu és tão misericordioso: eu te peço todas as graças
que sabes serem necessárias para mim.

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto: Mt 8,23-27. 

Naquele tempo:
23Jesus entrou na barca,
e seus discípulos o acompanharam.
24E eis que houve uma grande tempestade no mar,
de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas.
Jesus, porém, dormia.
25Os discípulos aproximaram-se e o acordaram,
dizendo: 'Senhor, salva-nos,
pois estamos perecendo!'
26Jesus respondeu:
'Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?'
Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar,
e fez-se uma grande calmaria.
27Os homens ficaram admirados e diziam:
'Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?'

Refletindo
Este fato narra um momento de crise dos discípulos de Jesus. Estão num barco e vem uma tempestade. As ondas aumentam e começam a cobrir o barco. Jesus dormia. Os discípulos ficaram apavorados ao ponto de chegar a acordar o Mestre e pedir-lhe socorro. Tinham medo de morrer. Jesus acorda e lhes diz: “Por que é que vocês são assim tão medrosos? Como é pequena a fé que vocês têm!” Depois, falou energicamente com o vento e a ondas que se acalmaram. Todos se admiraram e se perguntavam: “Quem é este que manda até no vento e nas ondas?” Esta experiência mediu o grau de maturidade e de fé dos discípulos. Deveriam crescer muito.

2. Meditação (Caminho)
O que o texto diz para nós?

Meditando
Os bispos, na Conferência de Aparecida, disseram que há sombras na história da Igreja, mas o mais importante a se observar é a ação de Deus nesta história:
“Certamente que a recordação de um passado glorioso não pode ignorar as sombras que acompanharam a obra de evangelização do continente latino-americano: não é possível esquecer os sofrimentos e as injustiças que infligiram os colonizadores às populações indígenas, pisoteadas em seus direitos humanos fundamentais. Mas, a obrigatória menção desses crimes injustificáveis – já condenados por missionários como Bartolomeu de las Casas e por teólogos como Francisco de Vitória, da Universidade de Salamanca – não deve impedir de reconhecer com gratidão a admirável obra realizada pela graça divina entre essas populações ao longo destes séculos”. No entanto, o mais decisivo na Igreja é sempre a ação santa de seu Senhor." (DAp 7).

O papa Francisco reza pelo fim da pandemia, na Praça São Pedro deserta, vazia:

“Há semanas, parece que a tarde caiu. Densas trevas cobriram as nossas praças, ruas e cidades; apoderaram-se das nossas vidas, enchendo tudo de um silêncio ensurdecedor e de um vazio desolador… Nos vimos amedrontados e perdidos.”

Estamos todos no mesmo barco
Estes mesmos sentimentos, porém, acrescentou o Papa, nos fizeram entender que estamos todos no mesmo barco, “chamados a remar juntos”.

Neste mesmo barco, seja com os discípulos, seja conosco agora, está Jesus. Em meio à tempestade, Ele dorme – o único relato no Evangelho de Jesus que dorme – notou Francisco. Ao ser despertado, questiona: «Porque sois tão medrosos? Ainda não tendes fé?» (4, 40).

“A tempestade desmascara a nossa vulnerabilidade e deixa a descoberto as falsas e supérfluas seguranças com que construímos os nossos programas, os nossos projetos, os nossos hábitos e prioridades. Mostra-nos como deixamos adormecido e abandonado aquilo que nutre, sustenta e dá força à nossa vida e à nossa comunidade.

"Com a tempestade, afirmou o Papa, cai o nosso “ego” sempre preocupado com a própria imagem e vem à tona a abençoada pertença comum que não podemos ignorar: a pertença como irmãos.

“Na nossa avidez de lucro, deixamo-nos absorver pelas coisas e transtornar pela pressa. Não nos detivemos perante os teus apelos, não despertamos face a guerras e injustiças planetárias, não ouvimos o grito dos pobres e do nosso planeta gravemente enfermo. Avançamos, destemidos, pensando que continuaríamos sempre saudáveis num mundo doente. Agora, sentindo-nos em mar agitado, imploramos-Te: «Acorda, Senhor!»”

"O Senhor, então, nos dirige um apelo, um apelo à fé. Nos chama a viver este tempo de provação como um tempo de decisão: o tempo de escolher o que conta e o que passa, de separar aquilo que é necessário daquilo que não é. “O tempo de reajustar a rota da vida rumo ao Senhor e aos outros.”  (Papa Francisco, 20 de março de 2020)

Como respondemos ao apelos de fé do Senhor? Confiamos em Deus? Acreditamos que Deus está na nossa barca e pode nos salvar? Ou somos  pessoas medrosas, inseguras, presas ao que passa?

4.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus? 
Rezamos, pedindo ao Senhor que aumente a nossa fé:
“Creio Senhor, mas aumentai a minha fé”.



Oração:  
Ó São Paulo, mestre dos gentios,
olhai com amor para a nossa Pátria!
Vosso coração dilatou-se
 para acolher a todos os povos no abraço da paz.
Agora, no céu, o amor de Cristo vos leve a iluminar
a todos com a luz do Evangelho 
e a estabelecer no mundo o Reino do amor.
Suscitai vocações, confortai os que anunciam o Evangelho, 
preparai as pessoas para que acolham o Cristo, divino Mestre.
Que o nosso povo encontre e reconheça sempre a Cristo, 
como o Caminho, a Verdade e a Vida; 
busque o Reino de Deus e trabalhe em sua realização, 
para que a sua luz resplandeça diante do mundo, 
iluminai, animai e abençoai a todos! 
Amém.

São Paulo apóstolo, rogai por nós!


4.Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra?
Vamos viver com mais convicção nossa fé, na certeza de que o Mestre está sempre na nossa “barca”.

Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

Ir. Patrícia Silva, fsp

quarta-feira, 21 de junho de 2023

Mt 6,1-6.16-18 - O estilo de Jesus

LEITURA ORANTE

Preparamo-nos para a Leitura, rezando com
todos que se encontram em torno da Palavra:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Creio, meu Deus, que estou diante de Ti.
Que me vês e escutas as minhas orações.
Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro.
Tu me deste tudo: eu te agradeço.
Foste tão ofendido por mim:
eu te peço perdão de todo o coração.
Tu és tão misericordioso: eu te peço todas as graças
que sabes serem necessárias para mim.

1. Leitura (Verdade)

O que diz o texto do dia?
Lemos atentamente o texto: Mt 6,1-6.16-18, e observamos as comparações que Jesus faz.

Jesus disse:
- Tenham o cuidado de não praticarem os seus deveres religiosos em público a fim de serem vistos pelos outros. Se vocês agirem assim, não receberão nenhuma recompensa do Pai de vocês, que está no céu.
- Quando você der alguma coisa a uma pessoa necessitada, não fique contando o que fez, como os hipócritas fazem nas sinagogas e nas ruas. Eles fazem isso para serem elogiados pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando ajudar alguma pessoa necessitada, faça isso de tal modo que nem mesmo o seu amigo mais íntimo fique sabendo do que você fez. Isso deve ficar em segredo; e o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.
- Quando vocês orarem, não sejam como os hipócritas. Eles gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas para serem vistos pelos outros. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando orar, vá para o seu quarto, feche a porta e ore ao seu Pai, que não pode ser visto. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa.
 - Quando vocês jejuarem, não façam uma cara triste como fazem os hipócritas, pois eles fazem isso para todos saberem que eles estão jejuando. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: eles já receberam a sua recompensa. Mas você, quando jejuar, lave o rosto e penteie o cabelo para os outros não saberem que você está jejuando. E somente o seu Pai, que não pode ser visto, saberá que você está jejuando. E o seu Pai, que vê o que você faz em segredo, lhe dará a recompensa
.

Refletindo
Jesus deixa entrever em várias expressões deste texto, a necessidade de ser discreto. A piedade pode ser deturpada. Mostrar-se religioso, piedoso só para ser visto e louvado pelas pessoas, é valorizar a aparência, é voltar-se para si mesmo, é hipocrisia.
Queria dizer que a verdadeira piedade tem em vista apenas o voltar-se e encontrar o Pai.

2. Meditação (Caminho)

O que o texto diz para nós, hoje? Qual palavra mais nos toca o coração? Quando rezamos, em quem pensamos mais? Em nós mesmos? Ou buscamos unicamente a Deus? Ficamos observando as outras pessoas? Buscamos aparentar que somos pessoas piedosas?
Os bispos, em Aparecida, nos deram orientações para nosso modo de ser como cristãos: 
No seguimento de Jesus Cristo, aprendemos e praticamos as bem-aventuranças do Reino, o estilo de vida do próprio Jesus: seu amor e obediência filial ao Pai, sua compaixão entranhável frente à dor humana, sua proximidade aos pobres e aos pequenos, sua fidelidade à missão encomendada, seu amor serviçal até a doação de sua vida. Hoje, contemplamos a Jesus Cristo tal como os Evangelhos nos transmitiram para conhecer o que Ele fez e para discernir o que nós devemos fazer nas atuais circunstâncias.” (DAp 139).

O Papa Francisco nos ajuda a refletir. Disse ele: "O profeta Isaias (Is 58, 1-9) explica: “O jejum que me agrada a Deus é este: libertar os que foram presos injustamente, livrá-los do jugo que levam às costas, mandar em liberdade os oprimidos, quebrar toda a espécie de opressão, repartir o teu pão com os famintos, dar abrigo aos infelizes sem casa, atender e vestir os nus e não desprezar o teu irmão”. É verdade: este é o jejum, são as obras de misericórdia. É o que Deus quer de nós. E quando repartires o teu pão com o faminto, introduzires em tua casa alguém que não tem um teto ou que é um migrante, quando procurares roupa para alguém que não a tem e te ocupares disto, jejuas realmente."
A realidade deve estar unida à aparência. "Devo parecer o que sou" 
( L'Osservatore Romano, ed. em português, n. 11 de 12 de março de 2019). 

3.Oração (Vida)
O que o texto nos leva a dizer a Deus?

Trezena a São Paulo (como 13 são suas Cartas)

Preparando-nos para a Solenidade de São Pedro e São Paulo, 
façamos a Trezena  a São Paulo
(hoje, podemos rezar o item do dia, lendo e meditando a citação bíblica.)

 Introdução
Diz São Paulo: “orai sem cessar” (1Ts 5,17-18)
“Eu me alegro e celebro convosco” (Fl 2,17)
“Em vossas orações e súplicas,
com ação de graças, apresentai a Deus vossos pedidos” (Fl 4,6)

Rezemos por intercessão deste grande Apóstolo:

1.  Dia 16/06 -     Que sejamos firmes na fé  (Rm 8,31-39)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

2.  Dia 17 -   Que sejamos uma "nova criatura" (2Cor 5,14-17)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

3.  Dia 18 -     Que sejamos solidários uns com os outros  (Rm 12,9-15)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

4.   Dia 19 - Que vivamos a fidelidade no anúncio de Jesus Cristo (1Cor 15, 1-10)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

5.  Dia 20 -  Que sejamos missionários da Palavra (Rm 10,8-15)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

6.  Dia 21 -  Que vivamos a misericórdia e a bondade (Cl 3,12-17)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

7.  Dia 22 - Que sejamos constantes nas tribulações e angústias (2Cor 6,3-10)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

8.   Dia 23 -  Que vivamos a caridade sem fingimento (2Cor 6, 1-10)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

9.  Dia 24 -   Para que sejamos revestidos pela fé e pelo amor (1Ts 5,8-11)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

10. Dia 25 - Que nossa fé nos fortaleça nas dificuldades (Fl 4,11-13)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

11. Dia 26 -   Que nossa vida seja pela causa de Cristo (Fl 3, 7-14)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

12. Dia 27 - Que vivamos a comunhão com os demais membros do Corpo (1Cor 12,12-21)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

13. Dia 28 - Que nos confirme na sua graça sem limites (Ef 1, 3-14)
Todos/as: Dai-nos, Senhor

Pai nosso...

Oremos: Concedei-nos, Senhor,  ser invadidos/as 
pela mesma luz da fé que iluminou o apóstolo São Paulo 
para anunciar aos povos o vosso amor e a vossa glória.
E que a graça  e a paz do Senhor Jesus Cristo, o amor de Deus e a comunhão do
Espírito Santo estejam com todos nós” (2Cor 13,11-13).  Amém.
                                                                             
Canto: Eu sei, eu sei, eu sei em quem acreditei. Eu sei, eu sei em quem acreditei.
4. Contemplação (Vida e Missão)
Qual nosso novo olhar a partir da Palavra? Os bispos, na Conferência de Aparecida reconheceram e  concordamos com eles:
“A pessoa sempre procura a verdade de seu ser.” (DAp 42).D
evo parecer o que sou. E viver a misericórdia e a bondade.

Bênção

O Papa Francisco nos sugere: "Peçamos esta graça: a coerência entre o formal e o real, entre a realidade e as aparências".
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.


Ir. Patrícia Silva, fsp




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